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quarta-feira, 22 de junho de 2011

História da Festa Junina e tradições






História da Festa Junina e tradições
Origem da festa junina, história, tradições, festejos, comidas típicas, quermesses, dança da quadrilha, influência francesa, portuguesa, espanhola e chinesa, as festas no Nordeste, dia de Santo Antônio, São João e São Pedro, as simpatias de casamento e crendices populares, músicas típicas da época, os balões



Origem da Festa Junina
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).

Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.

Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.

Festas Juninas no Nordeste

Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.

Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.

Comidas típicas

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.

Tradições

As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.

No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.

Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.

Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O dia do fico (09-01) Veja a História deste dia.

Dom Pedro I do Brasil e IV de Portugal

O Dia do Fico deu-se em 9 de janeiro de 1822 quando o então príncipe regente D. Pedro de Alcântara foi contra as ordens das Cortes Portuguesas que exigiam sua volta a Lisboa, ficando no Brasil.

Por volta de 1821, quando as Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa mostraram a idéia de transformar o Brasil de novo numa colônia, os liberais radicais se uniram ao Partido Brasileiro tentando manter a autoridade do Brasil. As Cortes mandaram uma nova decisão enviada para o príncipe regente D. Pedro de Alcântara. Uma das exigências era seu retorno imediato a Portugal.

Os liberais radicais, em resposta, organizaram uma movimentação para reunir assinaturas a favor da permanência do príncipe. Assim, eles pressionariam D. Pedro a ficar, juntando 8 mil assinaturas. Foi então que, contrariando as ordens emanadas por Portugal para seu retorno à Europa, declarou para o público: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto! Digam ao povo que fico".

A partir daí, D. Pedro entrou em conflito direto com os interesses portugueses, para romper o vínculo que existia entre Portugal e o Brasil.

Este episódio prenunciou a declaração de independência do Brasil que viria a ser proclamada em 7 de setembro de 1822.


segunda-feira, 6 de setembro de 2010

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL 7 DE SETEMBRO



A separação política entre a colônia do Brasil e a metrópole portuguesa foi declarada oficialmente no dia 7 de setembro de 1822.

O processo de independência começa com o agravamento da crise do sistema colonial e se estende até a adoção da primeira Constituição brasileira, em 1824.

Cresce a condenação internacional ao absolutismo monárquico e ao colonialismo. Aumentam as pressões externas e internas contra o monopólio comercial português e o excesso de impostos numa época de livre-mercado e circulação de mercadorias.

A instalação da Corte portuguesa no Brasil, em 1808, contribui para a separação definitiva das duas nações. A abertura dos portos, a elevação da colônia à situação de reino e a criação do Reino Unido de Portugal, e Algarve praticamente cortam os vínculos coloniais e preparam a independência. Com a Revolução do Porto, em 1820, a burguesia portuguesa tenta fazer o Brasil retornar à situação de colônia.

A partir de 1821, as Cortes Constituintes - o Parlamento lusitano - tomam decisões contrárias aos interesses brasileiros, como a transferência de importantes órgãos administrativos para Lisboa. Também obrigam Dom João VI a jurar lealdade à Constituição por elas elaborada e a retornar imediatamente a Portugal.

O rei português volta, mas deixa no Brasil o filho Dom Pedro como Regente, para conduzir a separação política, caso fosse inevitável. Pressionado pelas Cortes Constituintes, Dom João VI chama Dom Pedro à Lisboa. Mas o príncipe regente resiste às pressões, que considera uma tentativa de esvaziar o poder da monarquia. Forma-se em torno dele um grupo de políticos brasileiros que defende a manutenção do status do Brasil no Reino Unido.

Em 29 de dezembro de 1821, Dom Pedro recebe um abaixo-assinado pedindo que não deixe o Brasil. Sua decisão de ficar é anunciada no dia 9 de janeiro do ano seguinte, num gesto enfático. O episódio passa à História como o Dia do Fico.

Entre os políticos que cercam o Regente estão os irmãos Antonio Carlos e José Bonifácio de Andrada e Silva, e o Visconde de Cairu, José da Silva Lisboa. Principal ministro e conselheiro de Dom Pedro, José Bonifácio luta, num primeiro momento, pela manutenção dos vínculos com a antiga metrópole, resguardando o mínimo de autonomia brasileira.

Convencido de que a separação é irreversível, aceita a independência desde que a monarquia continue. Para ele, o regime monárquico é o único capaz de neutralizar a intervenção portuguesa nas províncias e preservar a unidade político-territorial do país. Fora da Corte, outros líderes liberais, como Joaquim Gonçalves Ledo e Januário da Cunha Barbosa, atuam nos jornais e nas lojas maçônicas. Fazem pesadas críticas ao colonialismo português e defendem total separação da metrópole.

Em 3 de junho de 1822, Dom Pedro recusa fidelidade à Constituição portuguesa e convoca a primeira Assembléia Constituinte brasileira. Em 1º de agosto, baixa um decreto considerado inimigas tropas portuguesas que desembarquem no país. Cinco dias depois, assina o Manifesto às Nações Amigas, redigido por José Bonifácio. Nele, Dom Pedro justifica o rompimento com as Cortes Constituintes de Lisboa e assegura "a independência do Brasil, mas como reino irmão de Portugal".

Em protesto, os portugueses anulam a convocação da Assembléia Constituinte brasileira, ameaçam com o envio de tropas e exigem o retorno imediato do príncipe regente.

No dia 7 de setembro de 1822, numa viagem a São Paulo, Dom Pedro recebe as exigências das Cortes. Irritado, reage proclamando a Independência do Brasil. Em 12 de outubro de 1822, é aclamado imperador pelos pares do Reino e coroado pelo bispo do Rio de Janeiro em 1º de dezembro, recebendo o título de Dom Pedro I.

No início de 1823, realizam-se eleições para a Assembléia Constituinte da primeira Constituição do Império Brasileiro. A Assembléia é fechada em novembro por divergências com Dom Pedro I. Elaborada pelo Conselho de Estado, a Constituição é outorgada pelo imperador a 25 de março de 1824.

Com a Constituição em vigor e vencidas as últimas resistências portuguesas nas províncias, o processo da separação entre colônia e metrópole está concluído. Contra o liberalismo de setores das elites brasileiras, triunfa o espírito conservador e centralizador de José Bonifácio.

"Independência sem revolução" era a expressão usada na época para definir o pensamento do principal conselheiro de Dom Pedro I. Ele pregava a independência sem mudança de regime, ou seja, sem a proclamação da república, e sem nenhuma mudança social importante, como a extinção da escravidão.

Nome completo do Imperador Dom Pedro I (1798 - 1834): Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon.

Sua frase histórica: "Viva a independência e a separação do Brasil. Pelo meu sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro promover a liberdade do Brasil. Independência ou Morte!". Em 7 de setembro de 1822, às 16:30hs.

Em 1972, na comemoração do sesquincentenário da Independência, os restos mortais de Dom Pedro I voltaram ao Brasil. Encontram-se no museu do Ipiranga.



Hino da Independência - O Hino da Independência é de autoria de D. Pedro I de Orleans e Bragança, que compôs sua música sobre a poesia de Evaristo Ferreira da Veiga.
Há quem questione a sua autoria, mas esta é a versão oficial da história.

HINO DA INDEPENDÊNCIA
Música: D. Pedro I
Letra: Evaristo da Veiga

Já podeis da Pátria filhos
Ver contente a mãe gentil
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Já raiou a liberdade
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Brava gente, brasileira
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil!
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil.
Houve mão mais poderosa
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil
Brava gente, brasileira
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Não temais ímpias falanges
Que apresentam face hostil
Vossos peitos, vossos braços,
São muralhas do Brasil
Vossos peitos, vossos braços,
Vossos peitos, vossos braços,
São muralhas do Brasil
Brava gente, brasileira
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Parabéns, ó Brasileiros!
Já com garbo juvenil
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil
Brava gente, brasileira
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil!


Considerações historiográficas

A data comemorada oficialmente é 7 de setembro de 1822, uma vez que nesse dia, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, o Príncipe Regente D. Pedro, ao receber a correspondência da Corte, teria proclamado o chamado "grito da Independência", à frente da sua escolta: "Independência ou Morte!"

Outras datas consideradas historiograficamente para a Independência, embora menos populares são a data da coroação do Imperador (1 de dezembro de 1822) ou mesmo a do reconhecimento da Independência por Portugal e pela Grã-Bretanha (29 de agosto de 1825).

domingo, 9 de maio de 2010

Felicidade a todas as mamães.

Minha florzinha


Esta é minha florzinha, Maria Fernanda
A felicidade é um bem que se multiplica ao ser dividido. A única fonte de felicidade está dentro de nós, e deve ser repartida. A felicidade consiste em preparar o futuro, pensando no presente e esquecendo o passado se foi triste. Há só uma felicidade nesta vida, amar e ser amado. Pois o Bom da Vida é Ser Feliz!



Ame sua mãe enquanto tem vida,aproveite todos os momentos com ela,

pois amanhã você não sabe o que vai acontecer.


Por isso, viva o presente.
DEUS ABENÇOE TODAS AS MAMÃES.
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sábado, 8 de maio de 2010

Dia das mães 08-11

Como surgiu o dia das mães

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de “Mothering Day”, fato que deu origem ao “mothering cake”, um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de “O Hino de Batalha da República”.

Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.

Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

“Não criei o dia das mães para ter lucro”

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. “Não criei o dia as mães para ter lucro”, disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.

Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. “O amor de uma mãe é diariamente novo”, afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
O Geração Futuro Deseja um feliz dia das mães.
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quarta-feira, 28 de abril de 2010

O dia da educação 28-04

Educar é amar!




No Brasil, inclusive, em 28 de abril comemora-se o DIA DA EDUCAÇÃO.



A educação é a base da civilização humana. É através dela que conhecimentos, valores e costumes são passados de uma geração a outra e seu acúmulo, na história, é sempre crescente.



Quando se fala em EDUCAÇÃO logo vem à mente as escolas. Porém, a educação é um elemento de formação cultural bem mais amplo. Na verdade, ela aparece desde as mais remotas origens da espécie humana, mesmo em épocas que antecederam o desenvolvimento da inteligência. De fato, os cientistas constatam que os animais também são dotados da capacidade de ensinar. Além de sua base de instintos, a maioria dos animais transferem um certo grau de costumes através de métodos de aprendizagem.



As escolas são os principais agentes da EDUCAÇÃO FORMAL. Classificam-se assim pois são instituições organizadas e "formalizadas" com o intuito direto de transmitir principalmente conhecimentos.



A EDUCAÇÃO NÃO FORMAL é o conjunto de valores e conhecimentos transmitidos por instituições humanas extra escolares. Desta forma, veículos de comunicações, ONGs, partidos políticos, religiões ou quaiquer outros movimentos sociais são agentes que transmitem, principalmente, conceitos, idéias e valores. Todos os conhecimentos instrutivos e métodos, transmitidos pelos agentes da EDUCAÇÃO NÃO FORMAL são, mesmo que imperceptivelmente, elementos de transmissão de ideologias ou de formas alternativas de se compreender a realidade, desde que estes são a prioridade desta forma de educação.



A EDUCAÇÃO INFORMAL é o conjunto de valores e conhecimentos transmitidos naturalmente entre pessoas, famílias e grupos sociais, e que não se relacionam diretamente com nenhuma instituição humana. Desta forma, a educação familiar, por exemplo, embora embasada em valores morais e espirituais advindos de instituições, é considerada uma EDUCAÇÃO INFORMAL. As práticas dos povos primitivos ou tradicionais também são uma forma de educação informal.
Na verdade, a EDUCAÇÃO INFORMAL é a precursora que origina e sustêm as educações não formal e formal.



Há uma constante interação entre "as diversas formas de ensino e aprendizagem das sociedades humanas". As bases dos conhecimentos e valores originam-se isoladamente e no seio das iniciativas de indivíduos e grupos sociais---A EDUCAÇÃO INFORMAL. Estas novas alternativas, se aceitas, são absorvidas por outros indivíduos, famílias e grupos, que as organizam e as institucionalizam agregando-as a formas também organizadas e institucionalizadas da estrutura social---A EDUCAÇÃO NÃO FORMAL. Uma constante transposição de novos conhecimentos e valores ocorre dos agentes de educação informal e não formal para as bases de informações transmitidas pelas escolas---A EDUCAÇÃO FORMAL.



O processo educativo é, pois, uma realidade única, sequenciada e sincrônica. Cabe aos educadores---de todas as formas de educação---desenvolverem esta consciência e agirem adequadamente neste sistema, conforme suas realidades particulares. O educador consciente e crítico torna-se, então, um ator de manutenção ou transformação requeridas pelas sociedades humanas. Há realidades físicas, conhecimentos e valores antigos que devem ser preservados---são os alicerces culturais da humanidade. E há conhecimentos e valores que, no devido tempo, devem ser inovados e transformados para possibilitar o normal, saudável e possível desenvolvimento humano.



Luiz Antonio Vieira Spinola


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quinta-feira, 1 de abril de 2010

O verdadeiro sentido da páscoa.(04-2010)

COELHO, OVO E A CRUZ DE CRISTO

Os supermercados estão abarrotados de ovos de chocolate. Que delícia!

Muitos perguntam novamente para o inocente bichinho: “coelhinho da páscoa, que trazes para mim?” O coelho, símbolo de fertilidade, e o ovo de chocolate, símbolo de poder e vigor, são apreciados por todos, principalmente nesta época em que se comemora a Páscoa. Mas, por mais estranho que pareça, a cruz também é um símbolo da Páscoa.


Páscoa tem a ver com libertação provinda do sangue derramado. Vamos recordar? A palavra “Páscoa” em hebraico quer dizer “passagem, passar sobre”. O povo hebreu, estava cativo no Egito por quatrocentos e trinta anos. Mas chegou o dia da libertação.


O grande Faraó egípcio iria experimentar como nunca, a mão pesada de um Deus diferente daqueles deuses que ele adorava. Um Deus pessoal, que ouve o clamor do povo sofrido, que vê a injustiça praticada pelos poderosos, que sabe e conhece tudo e todos, um Deus Soberano.


A décima praga seria a morte dos primogênitos. Todas as criaturas no Egito que abriram a madre morreriam. À meia noite, um anjo passaria por cima daquela terra, e onde estivesse um primogênito, a morte entraria e o levaria. Todavia, havia uma esperança para se livrar de tão grande aflição. Um cordeiro deveria ser morto. Um cordeiro sem defeito, cujo sangue seria aplicado nas ombreiras e na verga da porta de entrada.


O sangue seria o sinal, e quando o anjo passasse por cima, pouparia todas as casas onde existisse o sinal feito pelo sangue do cordeiro. Aquele cordeiro sacrificado simbolizava Jesus Cristo, o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”.


Páscoa é muito mais que coelho ou ovos de chocolate. Páscoa é Jesus. Páscoa aponta para a cruz de Cristo onde seu sangue foi vertido por mim e por você. Jesus “padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado, mas ao terceiro dia ressuscitou, subiu ao céu e está sentado junto ao trono de Deus”.


Páscoa significa vitória, liberdade da opressão. O povo hebreu se viu livre, como um pássaro diante de um laço que se desfez. Assim acontece com aquele cujo sangue de Cristo lhe é aplicado. O sangue de Jesus derramado na cruz não foi em vão. O sangue do Cordeiro livra da morte espiritual. Isto porque Ele venceu a morte ressuscitando ao terceiro dia. Páscoa é redenção. A eucaristia ou Santa Ceia, é o grande símbolo da vitória do Cordeiro e do seu povo. O pão simboliza o corpo, o vinho simboliza o sangue do cordeiro. Quando o Destruidor vê o sangue aplicado em nossas vidas, ele apenas passa.


Então agora, “quando vossos filhos vos perguntarem: Que rito é este? Respondereis: É o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou por cima das casas...” (Êxodo 12.23-27). Que o coelhinho da páscoa e os ovos de chocolate não roubem do seu coração, o verdadeiro sentido da Páscoa.

O Geração Futuro agradece ao pastor presbiteriano, Alexandre Batista, por essa linda mensagem.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Dia internacional da mulher(08-03)


símbolo feminino
Jovem Mulher com a gloriosa manhã em seu cabelo, de Jules Joseph LefebvreUma criança do sexo feminino se torna mulher após a fase da infância, geralmente marcado bilogicamente pela ocorrência da menarca. Muitas culturas apresentam ritos de passagem para simbolizar a chegada da maturidade, como a confirmação em algumas ramificações do cristianismo, o B'nai Mitzvá no Judaísmo ou até mesmo o costume de se realizar uma celebração especial para um determinado aniversário, geralmente entre 12 e 21 anos, como o baile de debutante[carece de fontes?], geralmente realizado no aniversário de 15 anos. É interessante observar que debutante vem do francês débutante, que pode ser traduzido como "a jovem que se estréia na vida social".

A palavra mulher pode ser usada genericamente significando todo o ser humano fêmea, ou especificamente, significar um humano fêmea adulto como contrastado a menina. A palavra menina significa originalmente uma criança do sexo feminino. Menina é usada atualmente de forma coloquial quando se refere a uma mulher nova ou solteira, ou de forma afetuosa. No início da década de 1970 o movimento feminista contestou tal emprego, e o uso da palavra como referência a uma mulher inteiramente crescida pode se considerado ofensivo. Em particular, termos anteriormente comuns, tais como a menina de escritório, já não são tão usados.

De forma recíproca, em determinadas culturas há a ligação entre a honra da família com a virgindade feminina. A referência a uma mulher solteira como mulher pode, em tal cultura, implicar na suposição de que ela já tenha tido uma experiência sexual, o que seria um insulto à família .

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Dia da madrinha 25-11


Hoje não é dia da madrinha, mas recebi um pedido de meu amigo seguidor Artur, e não pude me negar, faço isso com muito prazer. Quem desejar saber sobre algo ou alguma data comemorativa que não tenha aqui no blogger, pode deixar um recadinho em meu mural de recados e eu lhe responderei com muito alegria.

Ser MADRINHA… Esse termo tem significado legal, religioso, afetivo e social. Mas se a gente pensar numa visão mais simples, a gente entende por MADRINHA aquela pessoa que testemunha e vivencia junto os votos e a alegria da união dos casais, quando o tema é matrimônio, ou o nascimento, bênção e início da educação religiosa quando os pais da criança lhe concedem, através do batismo, a confiança de passar a representar na vida daquela pessoinha algo mais que os demais amigos e parentes.

Diante da visão da Igreja Católica podem ser padrinhos ou madrinhas de um bebê/criança: “os casais unidos pelo matrimônio da Igreja, que sigam a vida Cristã, maiores de 16 anos e/ou solterios mas igualmente aos casados, pessoas que foram batizadas, crismadas e que dão testemunho da vida cristã”.

Essas exigências são necessárias por formalidade da Insituição Religiosa, neste caso Católica. Outras religiões e filosofias podem seguir princípios diferentes, mas o que acontece de igual maneira é a intenção dos pais ao conclamar as pessoas que irão batizar seu filho, recebê-lo como filho diante de Deus, da sociedade em geral e claro, da comunidade menor da qual faz parte. Quando falamos em “padrinho”e “madrinha” ou “compadre” e “comadre” estamos especificando a pessoa que estará junto “com o pai” e “com a mãe” na criação, educação e desenvolvimento daquela criança. Não escolhemos para padrinho aquele que irá dar muitos presentes, que tem mais posses ou que proporcionará situações que os pais desaprovariam. Escolhemos pessoas com princípios e valores semelhantes aos nossos, pessoas que serão capazes de mostrar interesse, sentimento, preocupação e amor de forma verdadeira e sincera por nossos filhos, assim sendo capazes de orientar sobre as melhores escolhas, atitudes corretas e nobres, trazendo clareza e apoio diante de adversidades e/ou oportunidades no decorrer de suas vidas.

Fato: os padrinhos devem se esforçar para estar presentes. Mesmo morando longe, em outra cidade ou estado, devem manter-se em contato e tentar participar da vida do afilhado. Quem ganha? A criança, que se sente amada e valorizada e os padrinhos, que tem a chance de vivenciar as descobertas puras e genuínas da infância.

A palavra AFILHADO também deriva do significado de afiliar, TOMAR COMO FILHO, isto é, o afilhado é como se fosse seu filho. Desse modo, o padrinho e madrinha devem dedicar a ele toda sua atenção e cuidado. Daí a responsabilidade de ser padrinho ou madrinha e porque a Igreja coloca tamanhas restrições, inclusive a exigência dos cursos de formação para o batizado.

Ser mãe exige doação diária e contínua. Doação de si mesma, de amor, de tempo e de esforços desmedidos para oferecer o melhor ao seu filho. Exige que a palavra e a presença do orgulho e do egoísmo abandonem nossas casas e nosso dia-a-dia… Não se trata de ditar regras e nem repetir jargões, mas a mulher só é uma boa mãe quando enxerga os filhos e suas necessidades antes de qualquer futilidade que antes fazia presença constante ou passageira em sua vida. O amor pelos filhos tem uma dimensão tão grandiosa que tudo comparado a eles fica pequeno.

Assim… quando uma mãe escolhe padrinhos para seus filhos, há grande importância nisso…





segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Dia internacional da luta contra AIDS(01-12)


Este ano, o tema escolhido para as atividades durante o Dia Mundial de Luta contra a Aids, comemorado sempre no 1º de dezembro é “Viver com Aids é possível. Com o preconceito não”.
Na Bahia, a Secretaria da Saúde do Estado, através do Programa Estadual de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST)/Aids, terá uma programação especial para a data, a partir das 9h, no Dique do Tororó.
Uma tenda será instalada no local e técnicos da Sesab estarão disponíveis para dar orientações e prestar esclarecimentos à população. Haverá também distribuição de material educativo e preservativos.
Na Bahia, desde 1984, quando foi notificado o primeiro caso de Aids, até o ano passado, os dados da Sesab mostram o registro de 10.234 casos da infecção, sendo 9.891 na população adulta.

Nos últimos oito anos, o número de infecções pelo vírus HIV em todo o mundo teve queda de 17%, segundo o Programa das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids). As estimativas indicam que 33,4 milhões de pessoas vivem com o HIV. Desse total, 2,7 milhões foram infectados em 2008.
Do total de infectados, 31,1 milhões são adultos, sendo que as mulheres representam mais da metade (15,7 milhões) dos soropositivos. No ano passado, 2 milhões de pessoas morreram em consequência da Aids.


Crianças e adolescentes com menos de 15 anos somam 2,1 milhões de infectados. Em 2008, 430 mil pessoas nessa faixa etária foram contaminadas e o número de mortes de crianças e adolescentes em consequência da doença chegou a 280 mil.
O tratamento antirretroviral de mulheres soropositivas repercutiu de maneira importante na prevenção de novas contaminações de mãe para filho. Desde 2001, foram evitadas cerca de 200 mil infecções entre crianças.
Segundo o Unaids, o pico da aids foi registrado em 1996, quando 3,5 milhões de pessoas foram infectadas em todo o mundo. Em um comparativo com os dados de 2008, a queda chega a 30%.

A Organização das Nações Unidas (ONU) lançou nesta segunda-feira (16), no Palácio do Itamaraty, no Rio de Janeiro, a campanha “Igual a Você”, para combater o preconceito.
O objetivo é conscientizar a sociedade sobre a discriminação contra estudantes, gays, lésbicas, portadores do vírus HIV, negros, prostitutas, refugiados, transexuais, travestis e usuários de drogas.

De acordo com Pedro Chequer, coordenador da UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids), o pano de fundo de toda a campanha é a defesa dos direitos humanos, porém o foco é falar sobre a Aids no Brasil.
Dez filmes de 30 segundos serão veiculados em emissoras de todo o país. Os personagens serão as próprias vítimas de preconceito.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Dia da Elevação de sines


O concelho de Sines foi constituído, até 1485, pelas freguesias de Sines, Colos e a área hoje correspondente à freguesia de Vila Nova do Milfontes. Em 1485 D. João II, com o objectivo de povoar essa área do litoral alentejano, criou o concelho de Vila Nova de Milfontes, em que se inseria o Cercal. Em 1499 Colos tornou-se também concelho. O concelho de Sines adquire então a área e a configuração que mantém até hoje.

O CONCELHO de Sines é velho de séculos. No dia 24 de Novembro comemora-se justamente a
elevação de Sines a vila e a delimitação do seu concelho, embora tenham ocorrido em
momentos diferentes e o concelho actual tenha uma configuração muito diferente daquela
que lhe foi dada em 1364.
Em 1361 o lugar de Sines ainda pertencia ao termo de Santiago do Cacém. Pela sua
localização, o porto de Sines tornou-se, após a Reconquista Cristã, um dos pontos de
escoamento dos produtos do Baixo Alentejo, como os cereais, a cortiça, o peixe ou o carvão,
uma tendência visível a partir da segunda metade do século XIII. É neste contexto de
valorização do litoral português, perceptível pela criação de várias vilas e concelhos pelo país,
que se insere a elevação de Sines a vila e a sede de concelho.
Em 24 de Novembro de 1362, o rei D. Pedro I outorga uma carta de elevação de Sines a vila.
Não se tratava já de foral, nem ainda a delimitação física do concelho. O documento que
concede a autonomia administrativa a Sines não recebe o nome de foral, mas reconhece de
direito a importância da vila do ponto de vista económico, demográfico e fiscal, tal como
sucedeu com a vila de Cascais, em 1364 (1) ou Mira (2), em 1448, ao permitir-lhe eleger os
seus oficiais e juízes.
O tempo dos forais, a época da Reconquista e da consolidação do território e das estruturas
políticas e administrativas portuguesas, já passara. De facto, os forais foram, durante esse
período, cartas de instituição ou de reconhecimento dos concelhos, e determinavam o direito
público e a justiça locais e as prestações fiscais, registavam as disposições sobre os direitos e
garantias dos munícipes. Foram importantes instrumentos de povoamento ou de
reconhecimento da autoridade real.
A carta de elevação de Sines a vila é bastante mais simples. Não se nomeia magistrados ou
órgãos, sendo antes um documento que concede a um lugar autonomia administrativa e
judicial a um lugar, procurando equilibrar o poder do concelho com o da Ordem de Santiago.
Tendo como título, no exemplar conservado na Chancelaria Régia de D. Pedro I, Sines fecto
villa e fora da sugeisom de Santiago de Cacem, limita-se a definir a jurisdição do concelho, a
eleição de magistrados próprios e a obrigatoriedade de respeitar o senhorio, a Ordem de
Santiago de Espada. Este documento encontra-se na Torre do Tombo, e foi publicado pela
primeira vez em 1973, pelo Dr. Arnaldo Soledade (3).
A Ordem confirmava os oficiais eleitos (juízes e vereadores), era responsável pela justiça em
segunda instância, nomeava vários magistrados e oficiais, como os juízes dos órfãos e os
alcaides.
A necessidade de defesa da costa está bem presente na carta. Os moradores tinham
começado a levantar um “muro” para defender a vila, e deviam continuar com a empresa.
Neste “muro” poderá estar a origem do castelo de Sines.
Tal como sucederá com a vila de Cascais, também a delimitação do “termo” ou concelho de
Sines será mais tardia. O documento, intitulado Da jurdiçon e termo de Sines, et coetera, foi
outorgado em 30 de Setembro de 1364 (4). O concelho de Sines, mais extenso do que
actualmente, era delimitado, a norte, por Santiago do Cacém, a este com Garvão, Odemira e
Panóias, e a sul com o rio Mira. Até finais do século XV o concelho de Sines incluía a foz do
Mira, o Cercal e Colos. Em 1486 D. João II funda Vila Nova de Milfontes, sendo que o Cercal
fazia parte do seu termo; em 1499 Colos torna-se concelho. As justificações são, no primeiro
caso, a necessidade de povoamento daquela área do litoral; no caso de Colos, um forte
crescimento demográfico.

domingo, 22 de novembro de 2009

Dia do Músico(22-11)



Músico é aquele que pratica a arte da música, compondo obras musicais, cantando ou tocando algum instrumento. Música, por sua vez, é a arte de combinar sons de maneira agradável ao ouvido, ou o modo de executar uma peça musical por meio de instrumento ou da voz. A palavra é de origem grega e significa “as forças das musas”, ninfas que ensinavam às pessoas as verdades dos deuses, semideuses e heróis, u-sando a poesia, a dança, o canto lírico, o canto coral e outras manifestações artísticas, sempre acompanhadas por sons.

Segundo a mitologia grega, os Titãs, que em literatura simbolizam a audácia orgulhosa e brutal, mas punida pela queda repentina, eram divindades primitivas que se empenharam em luta contra Zeus buscando a soberania do mundo, mas foram fulminados por ele e precipitados no Tártaro. Satisfeitos, os outros deuses pediram ao deus maior que criasse quem fosse capaz de cantar as suas vitórias, e este então se deitou durante nove noites consecutivas com Mnemosina, a deusa da memória, nascendo daí as nove Musas. Delas, a da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, o deus da música.

No princípio, a música foi apenas ritmo marcado por primitivos instrumentos de percussão, pois como os povos da antiguidade ignoravam os princípios da harmonia, só aos poucos foram acrescentando a ela fragmentos melódicos. Na pré-história o homem descobriu os sons do ambiente que o cercava e aprendeu suas diferentes sonoridades: o rumor das ondas quebrando na praia, o ruído da tempestade se aproximando, a melodia do canto animais, e também se encantou com o seu próprio canto, percebendo assim o instrumento musical que é a voz. Mas a música pré-histórica não é considerada como arte, e sim uma expansão impulsiva e instintiva do movimento sonoro, apenas um veículo expressivo de comunicação, sempre ligada às palavras, aos ritos e à dança. Os primeiros dados documentados sobre composições musicais referem-se a dois hinos gregos dedicados ao deus Apolo, gravados trezentos anos antes de Cristo nas paredes da Casa do Tesouro de Delfos, além de alguns trechos musicais também gregos, gravados em mármore, e mais outros tantos egípcios, anotados em papiros. Nessa época, a música dos gregos baseava-se em leis da acústica e já possuía um sistema de notações e regras de estética.

Por outro lado, a história de Santa Cecília, narrada no Breviarium Romanum, a apresenta como uma jovem de família nobre que viveu em Roma no século III, nos princípios do cristianismo, decidida a viver como monja desde a infância. Mas apesar dos pais a terem dado em casamento a um homem chamado Valeriano, a jovem convenceu o noivo a respeitar-lhe os votos e acabou convertendo-o à sua fé, passando os dois a participar diariamente da missa celebrada nas catacumbas da via Ápia. Em seguida, Valeriano fez o mesmo com o irmão Tibúrcio, e com Máximo, seu amigo íntimo, e por isso os três foram martirizados pouco tempo depois, enquanto Cecília, prevendo o que lhe aconteceria, distribuiu aos pobres tudo o que possuía. Presa e condenada a morrer queimada, ela foi exposta às chamas durante um dia e uma noite, mas como depois disso ainda se encontrava sem ferimentos, um carrasco recebeu ordem para decapitá-la. Porém, seu primeiro golpe também falhou. Isso aconteceu durante o ano 230, no reinado de Alexandre Severo, época em que Urbano I ocupava o papado. Anos depois uma igreja foi erigida pelo papa no local em que a jovem mártir residira, tornando-se a Igreja de Santa Cecília uma das mais notáveis de Roma.

Muito embora o Breviarium Romanum não faça menção alguma às prendas musicais de Cecília, ela se tornou, por tradição, a padroeira dos músicos, da música e do canto, cuja data de comemoração é 22 de novembro, o mesmo dia dedicado à santa. A tradição conta que Santa Cecília cantava com tal doçura, que um anjo desceu do céu para ouvi-la.

FERNANDO KITZINGER DANNEMANN
Publicado no Recanto das Letras em 24/10/2006



quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Dia da bandeira(19-11)


Bandeira do Brasil
Após a Proclamação da República em 1889, surgiu a necessidade de criação de uma nova bandeira. Criada pelo advogado Ruy Barbosa, a bandeira provisória era bastante semelhante à bandeira estadunidense, fato que fez com que o marechal Deodoro da Fonseca vetasse o desenho. Adotada pelo decreto de lei nº 4 de 19 de Novembro de 1889, a bandeira atual consiste em uma adaptação da antiga bandeira do império idealizada em 1820 por Jean-Baptiste Debret. O disco azul central foi idealizado pelo pintor Décio Vilares, já as estrelas, por Benjamin Constant. A inscrição “Ordem e Progresso” é fruto da influência do positivismo de Augusto Comte. Até hoje, a bandeira brasileira permanece inalterada, com exceção das estrelas, que segundo a Lei nº 8.421, de 11 de maio de 1992, devem ser atualizadas no caso de criação ou extinção de algum Estado. Em seu sentido original, as cores verde e amarela simbolizavam respectivamente, as oliveiras em torno da casa real de Bragança e a casa imperial dos Habsburgos. Posteriormente, esses significados foram adaptados: a cor verde passou a simbolizar as nossas matas e florestas; o amarelo, o ouro e as riquezas minerais; a azul, o céu; a branca, a paz. Cada estrela disposta na bandeira corresponde a um Estado brasileiro; a única estrela que é situada acima na inscrição “Ordem e Progresso” é Spica, representante do Estado do Pará.

domingo, 15 de novembro de 2009




Proclamação da república(15-11)

A Proclamação da República Brasileira foi um episódio, na História do Brasil, que instaurou o regime republicano no país, derrubando a Monarquia do Brasil e o Imperador D. Pedro II do Brasil. Ocorreu dia 15 de novembro de 1889 no Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, na Praça da Aclamação, hoje Praça da República, quando um grupo de militares do Exército brasileiro, liderados pelo marechal Deodoro da Fonseca, deu um golpe de estado sem o uso de violência, depondo o Imperador D. Pedro II.
Foi instituído, naquele mesmo dia 15, um "Governo Provisório" republicano. Faziam parte deste "Governo Provisório", organizado na noite de 15 de novembro, o Marechal Deodoro da Fonseca como presidente, Floriano Peixoto como vice presidente, e, como ministros, Benjamin Constant, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da maçonaria brasileira.

Origem e Formação de:Manuel Deodoro da Fonseca,primeiro presidente do Brasil.
Filho de Manuel Mendes da Fonseca (1785 - 1859) e Rosa Maria Paulina da Fonseca (1802 - 1873). Seu pai também foi militar, chegando à patente de tenente-coronel, e pertencia ao Partido Conservador. Deodoro tinha duas irmãs e sete irmãos, três dos quais morreram na Guerra do Paraguai: Afonso Aurélio da Fonseca (o mais jovem), alferes do 34º batalhão dos Voluntários da Pátria, o capitão Hipólito Mendes da Fonseca, morto na batalha de Curupaiti, e o major Eduardo Emiliano da Fonseca, morto no combate da ponte de Itororó.
Seu irmão mais velho, Hermes Ernesto da Fonseca, pai de Hermes da Fonseca, chegou ao posto de marechal-de-exército. Foi também presidente da província de Mato Grosso, governador da Bahia e comandante-de-armas nas províncias da Bahia e do Pará.
Dois outros de seus irmãos se destacaram na carreira militar e política: Severiano Martins da Fonseca, que chegou ao posto de marechal-de-campo, recebeu o título nobiliárquico de barão de Alagoas e foi diretor da Escola Militar de Porto Alegre; e Pedro Paulino da Fonseca, que foi coronel honorário do Exército brasileiro, chefe do governo das Alagoas e Senador da República pelo mesmo Estado.

Juventude
Em 1843, aos dezesseis anos, Deodoro matriculou-se na Escola Militar do Rio de Janeiro, terminando em 1847 o curso de Artilharia. Em 1845, já era cadete de primeira classe. Em 1848, participou de sua primeira ação militar, ajudando na repressão da Revolta Praieira, insurreição promovida pelos liberais de Pernambuco.
Casou-se aos 33 anos, no dia 16 de abril de 1860, com Mariana Cecília de Sousa Meireles, considerada pelos biógrafos mulher educada, religiosa, modesta e prendada. O casal não teve filhos. Há quem afirme que Deodoro fosse estéril. Seu sobrinho, Hermes da Fonseca, que também chegou à Presidência, era tratado por Deodoro como um filho.

Carreira militar

Marechal Deodoro da Fonseca (1822-1861).
Em 1822, foi promovido a primeiro-tenente. Em 24 de dezembro de 1856, recebeu a patente de Capitão. Em dezembro de 1864, participou do cerco à Montevidéu, durante a intervenção militar brasileira contra o governo de Atanasio Aguirre no Uruguai. Pouco depois, o Uruguai, sob novo governo, mais o Brasil e a Argentina formariam a Tríplice Aliança, contra a ofensiva do ditador paraguaio Francisco Solano López.
Em março de 1865, rumou com o Exército brasileiro para o Paraguai, que havia invadido a província de Mato Grosso. Deodoro comandava o segundo Batalhão de Voluntários da Pátria. Seu desempenho no combate lhe garantiu menção especial na ordem do dia 25 de agosto de 1865. No ano seguinte, recebeu comenda no grau de Cavaleiro da Ordem do Cruzeiro e, em 22 de agosto, a patente de Major.
Em 18 de janeiro de 1868 foi promovido a tenente-coronel, por atos de bravura. Também por atos de bravura, recebeu a patente de Coronel, em 11 de dezembro do mesmo ano. Pelo decreto de 14 de outubro de 1874, Deodoro foi promovido a brigadeiro, patente equivalente ao atual general-de-brigada. Em 1885, tornou-se pela segunda vez comandante d'armas da Província do Rio Grande do Sul, cargo exercido juntamente com o de vice-presidente da província. Tornar-se-ia, depois, presidente interino dessa mesma província. Em 30 de agosto de 1887, recebia a patente de marechal-de-campo.
Pelo seu envolvimento na "Questão Militar" – confronto das classes armadas com o governo civil do Império – Deodoro foi chamado de volta ao Rio de Janeiro. Na verdade, o Marechal Deodoro havia permitido que a oficialidade da guarnição de Porto Alegre se manifestasse politicamente, o que era proibido pelo governo imperial. Chegando ao Rio, Deodoro foi festivamente recebido por seus colegas e pelos alunos da Escola Militar. Foi, então, eleito primeiro presidente do Clube Militar, entidade que ajudara a constituir.
Em 1858 Deodoro foi nomeado para o comando militar do Mato Grosso. Permaneceu no posto somente até meados de 1889, quando voltou para o Rio de Janeiro. Muitos de seus amigos o chamavam de idota pois escolheu ser presidente da republica ao invés de curtir sua vida.

Eleição de Deodoro e demissão de seu ministério
Em 25 de Fevereiro de 1891, Deodoro é eleito presidente do Brasil pelo colégio eleitoral, formado por senadores e deputados federais.
No mesmo dia o Marechal Floriano Peixoto foi eleito, também pelo Colégio eleitoral, vice-presidente da república, terminando assim o Governo Provisório. Um pouco antes, em janeiro do mesmo ano, todo o seu ministério havia-se demitido, permitindo a Deodoro formar um novo ministério.
Em 1890, Floriano Peixoto era ministro da Guerra de Deodoro da Fonseca, no lugar de Benjamin Constant. No dia 20 de Janeiro de 1891, demitiu-se, juntamente a todo o ministério do Presidente.

O governo constituicional de Deodoro
A fase constitucional do governo de Deodoro da Fonseca foi de fevereiro a 03 novembro de 1891, quando Deodoro deu um golpe de estado.
Havia, naquele momento histórico, um conflito entre os militares e os políticos civis. Os militares queriam se manter na política e eram favoráveis a uma centralização absoluta e a concentração do poder político, enquanto os civis desejavam a volta dos militares aos quartéis e lutavam por um governo descentralizado e federalista.
Durante sua estadia na presidência, Deodoro foi nomeado Grão-Mestre do Grande Oriente da maçonaria do Brasil.
Os republicanos de São Paulo apoiavam Floriano Peixoto, apesar das tendências centralizadoras deste. Devido ao apoio de São Paulo, os militares ficaram divididos, e isso veio mais tarde a provocar a queda de Deodoro.

Depois da presidência

Marechal Deodoro da Fonseca morre no Rio de Janeiro, em agosto de 1892, pediu para ser enterrado em trajes civis, no que não foi atendido, seu enterro teve toda a pompa e honras militares. O marechal que proclamou a república no Brasil, cujo fato histórico é hoje feriado nacional, era acometido de uma forte crise de dispnéia,[1] popularmente conhecida como "dificuldade de respiração" ou "falta de ar", o que impedia o primeiro presidente do Brasil de dormir.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Deodoro_da_Fonseca


sábado, 14 de novembro de 2009

Dia nacional da alfabetização(14-11)

A alfabetização é o processo que desenvolve as habilidades de leitura e de escrita de um sujeito, tornando-o capaz de identificar e decifrar os códigos escritos.
A UNESCO se comprometeu a diminuir os índices de analfabetismo no mundo, pois nos países subdesenvolvidos cerca de 25% de adultos e crianças não sabem ler e escrever, chegando a um total de novecentos milhões de pessoas.
O índice de cidadãos alfabetizados de um país indica o nível de desenvolvimento do mesmo. Quanto mais pessoas analfabetas, menos desenvolvimento. Isso faz com que governantes procurem favorecer suas estatísticas, criando projetos que melhorem essas taxas, mas não garantem o aprendizado, como a educação por ciclos, onde os alunos não podem repetir o ano, sendo aprovados para as séries seguintes, mesmo apresentando grandes deficiências.
Os métodos mais utilizados no processo de alfabetização normalmente levam os nomes de seus precursores. Jean Piaget, Montessori, e Paulo Freire são exemplos disso.
A comemoração da data no Brasil acontece desde 1930, no dia 14 de novembro, data da fundação do Ministério da Educação e Saúde Pública. Foi uma importante conquista do governo de Getúlio Vargas, que havia acabado de tomar posse.
A criação do ministério visava promover o ensino primário e combater o analfabetismo no país.
Em 2000, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) realizou o censo sobre educação, concluindo que o índice de analfabetismo no país atinge cerca de 13% da população do Brasil com mais de dez anos de idade; a população de analfabetos absolutos de nosso país ultrapassa o número de 16 milhões. Além desses índices, existem as pessoas com mais de quinze anos que não permaneceram por quatro anos nas escolas, consideradas analfabetas funcionais – leem, mas não interpretam, numa margem de trinta milhões de brasileiros.
As grandes incidências de analfabetismo em um país o deixa mais propenso a aceitar as imposições dos governantes, assim como dos meios de comunicação de massa, pois essa parte da população torna-se despreparada para compreender os problemas sociais e lutar por seus direitos enquanto cidadãos.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Dia do diretor(a) (12-11)Sabia que hoje (12 de novembro) comemoramos o Dia do Diretor de Escola? Esse profissional é o principal responsável pelo bom funcionamento, organização e administração das atividades do colégio. Os diretores costumam acordar cedo, dormir tarde e dividir-se em dez para dar conta do recado: precisam incentivar os professores, atender os pais, alunos e servidores, zelando pela qualidade do ensino e pela harmonia da comunidade escolar. Pessoal bastante especial, não é?Como a Turminha reconhece que dá um trabalhão danado cuidar de uma escola todinha, viemos homenagear essas pessoas superesforçadas, dar os parabéns e desejar-lhes todo o sucesso. Siga o nosso exemplo e dê um grande abraço no diretor da sua escola, combinado?
Parabéns a todos pelo empenho e dedicação.

domingo, 8 de novembro de 2009

Dia do hoteleiro(09-11)

O dia do Hoteleiro se comemora dia 09 de novembro. Uma justa homenagem ao proprietário de hotel, que acolhe o turista em seu estabelecimento e é responsável, em grande parte, pelo sucesso da viagem e pelo retorno desse turista em outra oportunidade. A hospitalidade envolve um conceito de bem servir aos que procuram o hotel, seja para negócios ou lazer, estabelecendo um elo entre os setores ligados ao turismo, além de gerar empregos e desenvolvimento sustentável às regiões onde se estabelece.
PARABÉNS A TODOS.

sábado, 31 de outubro de 2009

Halloween-Dia das Bruxas(31-10-09)

Feliz dia das bruxassssssss
Tudo sobre o halloween,hist.,tradições,simbolos,origem da festa e Hallooween no Brasil.
O Halloween é uma festa comemorativa celebrada todo ano no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representativa nos Estados Unidos. Neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, ela chegou em meados do século XIX.
A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).Os simbolos desta festa por estar relacionada em sua origem à morte, resgata elementos e figuras assustadoras. São símbolos comuns desta festa: fantasmas, bruxas, zumbis, caveiras, monstros, gatos negros e até personagens como Drácula e Frankestein.As crianças também participam desta festa. Com a ajuda dos pais, usam fantasias assustadoras e partem de porta em porta na vizinhança, onde soltam a frase “doçura ou travessura”. Felizes, terminam a noite do 31 de outubro, com sacos cheios de guloseimas, balas, chocolates e doces. NoBrasil a comemoração desta data é recente. Chegou ao nosso país através da grande influência da cultura americana, principalmente vinda pela televisão. Os cursos de língua inglesa também colaboram para a propagação da festa em território nacional, pois valorização e comemoram esta data com seus alunos: uma forma de vivenciar com os estudantes a cultura norte-americana.Muitos brasileiros defendem que a data nada tem a ver com nossa cultura e, portanto, deveria ser deixada de lado. Argumentam que o Brasil tem um rico folclore que deveria ser mais valorizado.Para tanto, foi criado pelo governo, em 2005, o Dia do Saci (comemorado também em 31 de outubro).

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Dia do lobinho(30-10-09)



A Alcatéia é formada por meninos e meninas de 7 aos 10 anos de idade que pertencem ao Ramo Lobos os quais são chamados de Lobinhos e Lobinhas, quer dizer filhotes de lobos que iniciam seus passos na vida do Povo Livre. Eles não acreditam que sejam animais, mas brincam de sê-lo dentro de um grupo que tem determinada forma e organização. A Força da Alcatéia reside em que seus membros agem como um grupo que toma suas próprias decisões: escuta, respeita e ajuda os outros, cresce e aprende em conjunto, pois o lobo não caça sozinho, é que nem a criança não anda sozinha. Uma alcatéia e formada no máximo de vinte e quatro lobinhos, que são divididos em quatro Matilhas de seis elementos. Cada matilha se identificam segundo as cores da pelagem dos lobos. Cada matilha é comandada por um Primo ou uma Prima, pois as matilhas podem ser mistas. A Alcatéia é comandada pelo seu chefe o qual é chamado de Akelá e seus assessores de acordo com estória, podem ser: Baloo o urso, Bagheera a pantera negra, Káa a cobra. Na Alcatéia existe as Leis da Jângal as quais Baloo ensinou a Mowgli. Nossa Lei tem cinco artigos: I O Lobinho ouve sempre os Velhos Lobos. II O Lobinho pensa sempre primeiro nos outros. III O Lobinho abre os olhos e os ouvidos. IV O Lobinho é limpo e está sempre alegre. V O Lobinho diz sempre a verdade. E a nossa Promessa diz: Prometo fazer o melhor possível para: Cumprir meus deveres para com Deus e minha Pátria Obedecer a Lei do Lobinho e fazer todos os dias uma boa ação. Nosso Lema é MELHOR POSSÍVEL. Objetivos: Desenvolvimento físico, intelectual, caráter, afetivo, social, espiritual, e a conviver com a natureza aprendendo a preservá-la. O nosso Grupo atualmente possui uma alcatéia mista que chama-se Pantera Negra. A chefe da seção não é ninguém mais que a nossa querida Akelá Neide, "pobre" para alguns. Em breve, teremos mais notícias sobre a Alcatéia Pantera Negra.
Aqui vai um texto muito interessante escolhido especialmente para os Escotistas do Ramo Lobo:::: MOWGLI...O Menino Lobo existiu? Nós do movimento escoteiro sabemos que os Lobinhos meninos e meninas de 7 a 11 anos membros do movimento vivem a estória do Menino Lobo, Livro da Jangal, do escritor Inglês Rudyard Kipling . Mowgli, o menino criado á lei da natureza numa alcatéia de lobos com ajuda de vários outros animais, Bagheera a pantera negra, Kaa a serpente, Baloo o urso e muitos outros personagens que fazem o Livro da Jangal. Será que isto pode ser possível !!! Fonte: B. Reymond, Le développement social de l'enfant, Bruxelas, Dessert, 1965, p.12-14, apud C. Capalbo, Fenomenologia e ciências humanas, Rio de Janeiro, J. Ozon Ed., p. 25-26, Filosofando Introdução à Filosofia, Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins, cap. 1 p. 2-8, Ed. Moderna. Na Índia, descobriram-se em 1920 duas crianças, Amala e Kamala, vivendo no meio de uma família de lobos. A primeira (Amala) tinha um ano e meio e veio a morrer um ano mais tarde. Kamala de oito anos viveu até 1929. Não tinham nada de humano e seu comportamento era exatamente semelhante àqueles de seus irmãos lobos. Elas caminhavam de quatro patas apoiando-se sobre os joelhos e cotovelos para os pequenos trajetos e sobre as mãos e os pés para trajetos longos e rápidos. Eram incapazes de permanecerem de pé, só se alimentavam de carne crua ou podre, comiam e bebiam como os animais, lançando a cabeça para frente e lambendo os líquidos, na instituição onde foram recolhidas, passavam o dia acabrunhadas e prostradas numa sombra, eram ativas e ruidosas durante a noite, procurando fugir e uivando como lobos, nunca choravam ou riram. Kamala viveu durante oito anos na instituição que a acolheu, humanizando-se lentamente, ela necessitou de seis anos para aprender a andar e pouco antes de morrer só tinha um vocabulário de cinqüenta palavras, as atitudes afetivas foram aparecendo aos poucos. Ela chorou pela primeira vez por ocasião da morte de Amala e se apegou lentamente às pessoas que cuidaram dela e às outras crianças com as quais conviveu. A sua inteligência permitiu-lhe comunicar-se com outros por gestos e depois por palavras de um vocabulário rudimentar, aprendendo a executar ordens simples. O relato desse fato verídico nos leva à discussão a respeito das diferenças entre o homem e o animal. As crianças encontradas na Índia não tiveram oportunidade de se humanizar enquanto viveram com os lobos, permanecendo portanto animais, não possuíam nenhuma das características humanas, não choravam, não riam e sobretudo não falavam. O processo de humanização só foi iniciado quando começaram a participar do convívio humano e foram introduzidas no mundo do símbolo pela aprendizagem da linguagem. Fato semelhante ocorreu nos Estados Unidos com a menina Helen Keller, nascida cega, surda e muda, era como animal até a idade de sete anos, quando seus pais contrataram a professora Anne Sullivan, que a partir do sentido do tato, conseguiu conduzi-la ao mundo humano das significações.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Dia do balconista(30-10-2009)


O balconista ou atendente é aquele profissional que recebe o comprador e é o responsável direto pela venda. A sua função é mostrar as qualidades ou os defeitos de um produto para que o próprio consumidor possa decidir pela compra ou não do mesmo. Essa relação irá interferir diretamente na venda ou permanência de um produto nas prateleiras ou depósitos. Hoje em dia, o balconista deve saber muito mais do que vender. É preciso saber como atender bem o cliente, afinal de contas, muitas vezes um sorriso ou uma cara amarrada podem determinar a compra ou não de uma mercadoria. Além disso, a maioria dos atendentes devem fazer cursos e se aprimorar, sobretudo porque as exigências do mercado, assim como o uso dos recursos da informática no setor de vendas tem crescido cada dia mais.

Parabéns a todos pelo esforço e dedicação.

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