terça-feira, 27 de outubro de 2009

Dia dos servidores públicos 28 de outubro

Parabéns a todos servidores públicos.
Data é comemorada há 70 anos
De acordo com a Lei 8112/90, comemora-se o dia do servidor público em 28 de outubro, data da publicação, em 1939, pelo então presidente da República Getulio Vargas, do Decreto-Lei 1.713, que criou o Estatuto do Funcionário Público Civil da União. Em seu artigo 266, o decreto de 1939 já consagrava a data a esse segmento dos trabalhadores brasileiros, responsável pela organização e manutenção dos serviços prestados pelo Poder Público há quase 200 anos - tomando-se como março inicial a instalação da família real no Brasil, em 1808, quando teve início a formação do embrião do que seria a máquina administrativa estatal brasileira. A homenagem foi confirmada no novo Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais,Data é comemorada há 70 anos
De acordo com a Lei 8112/90, comemora-se o dia do servidor público em 28 de outubro, data da publicação, em 1939, pelo então presidente da República Getulio Vargas, do Decreto-Lei 1.713, que criou o Estatuto do Funcionário Público Civil da União. Em seu artigo 266, o decreto de 1939 já consagrava a data a esse segmento dos trabalhadores brasileiros, responsável pela organização e manutenção dos serviços prestados pelo Poder Público há quase 200 anos - tomando-se como março inicial a instalação da família real no Brasil, em 1808, quando teve início a formação do embrião do que seria a máquina administrativa estatal brasileira. A homenagem foi confirmada no novo Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009




Q:A elegância de Santos Dumont:#
Além de pai da aviação, ele também foi uma das figuras mais elegantes e influentes de seu tempo. Algumas das melhores festas de Paris, reunindo a elite mundial, aconteciam em sua casa
Um aspecto menos conhecido da biografia do aviador, além de sua ousadia, era sua excentricidade aliada a uma peculiar elegância - todos o conheciam por seu chapéu panamá, ternos com corte impecável e camisas de gola alta. Ele era uma das figuras mais festejadas de Paris.
Em seus jantares, reunia gente como: Louis Cartier (o joalheiro), princesa Isabel (filha de dom Pedro II), George Goursat (sofisticado escritor e cartunista), Gustave Eiffel (o arquiteto da Torre Eiffel), Rothschild (os bilionários), a imperatriz Eugênia (viúva reclusa de Napoleão III) e 'alguns reis, rainhas, duques e duquesas, tão numerosos que é impossível mencionar todos os nomes', escreve Paul Hoffman na biografia Asas da Loucura.
Muito rico, Dumont despertava a atenção de todos. Sim, ele era herdeiro de uma fortuna de meio milhão de dólares. Elegante, Dumont foi um dos primeiros freqüentadores do restaurante Maxim's, até hoje um dos mais badalados de Paris. A biografia de Hoffman é uma das melhores já escritas sobre o aviador. Nela revela-se não só o gênio, mas também o homem Santos Dumont - seus muitos amigos, além de sua homossexualidade.
Guilherme Ravache,revista quem acontece.

Dia da aviação

primeiro grande feito do brasileiro, que lhe valeu o reconhecimento e os elogios de personalidades como o inventor Thomas Edison, foi a ousada circunavegação da Torre Eiffel, em 1901, com seu dirigível nº 06. Era a primeira pessoa a dirigir um veículo aéreo num percurso previamente determinado - um avanço para a aviação comparável ao arranque automático, em 1911, para a indústria automobilística, que abriu caminho para a produção de carros em massa. Pelo feito na Torre Eiffel, recebeu o prêmio de 100 mil francos do Deutsch de La Meurthe, o maior importador de petróleo da França, e distribuiu o dinheiro entre seus mecânicos e os desempregados de Paris. Pelo 14-Bis, em 1903, que o tornou o primeiro homem a voar com uma máquina autopropulsionada e mais pesada que o ar, recebeu o prêmio Archdeacon, de 3 mil francos.
Durante 10 anos, Santos Dumont construiu 20 balões e aeroplanos, voou em todos eles e submeteu-se a todos os tipos de tensão e de descargas elétricas. Seu último vôo foi com o Demoiselle (donzela, em francês), o seu avião de nº 20, uma aeronave com motor de 35 HP e estrutura de bambu, semelhante aos ultraleves de hoje.
14-Bis, em 1903
No fim de sua vida, Santos Dumont sofria de duas graves doenças, depressão crônica e esclerose múltipla. Com a saúde cada vez mais debilitada e vendo o seu invento ser cada vez mais utilizado como arma de guerra, começou a ter progressivas crises de depressão. Humanitário e pacifista, testemunhou com grande desgosto a capacidade de destruição dos aviões durante a Primeira Guerra Mundial. Os aviões, já então eficientes armas de guerra, tinham criado mitos, como o alemão Manfred Von Richtofen, o Barão Vermelho, na Primeira Guerra. A consagração dos irmãos Wright foi outro motivo de contrariedade. À medida em que o século XX intensificava sua escalada de violência, Santos Dumont se recolhia a seus estudos e aos discursos pela paz, tornando-se cada vez mais recluso e irascível
14 bis
Torre Eiffel


Conhecendo mais sobre Alberto Santos Dumont

'Os pássaros devem experimentar a mesma sensação, quando distendem suas longas asas e seu vôo fecha o céu... Ninguém, antes de mim, fizera igual' Alberto Santos Dumont.
Para quase todos os brasileiros, o dia 20 de julho não passa de mais um dia comum. A data, no entanto, deveria ser reverenciada como um dos grandes momentos da nossa história. Nesse dia comemora-se o aniversário do maior e mais consagrado cientista brasileiro de todos os tempos. Em 20 de julho de 1873 nascia Alberto Santos Dumont, 'um mineiro que ousou voar como os pássaros e teve o desplante de realizar seu sonho aos olhos de todo o mundo. Nada de voos secretos, numa praia deserta da Carolina do Norte, sem documentação imparcial, como fizeram os irmãos Wright. Não. Santos Dumont 'matou a cobra', repetidamente, para o delírio do povo de Paris, que testemunhou a audácia, a coragem e o jeitinho brasileiro de fazer ciência', como afirmou o pesquisador disse Miguel A.L.Nicolelis.
Em 19 de outubro de 1901, a bordo do seu dirigível número 6, Santos Dumont contornou a torre Eiffel e retornou ao seu ponto de partida, no campo de Saint-Cloud, em menos de 30 minutos. Demonstrava-se assim a possibilidade de controlar o vôo e de impor a vontade humana à máquina. Mas foi em 23 de outubro de 1906, em Campo de Bagatelle, em Paris, quando o 14-Bis voou por mais de 50 metros a uma altura de 2 metros, que Alberto Santos Dumont garantiu para si um prêmio e um lugar na história. O mineiro voou depois dos Irmãos Wright, sim, mas os americanos usaram, em 1903, uma catapulta e um biplano e não conseguiam 'pilotar', apenas planavam.
Nascido em 20 de Julho de 1873, em Palmeira (mais tarde rebaptizada com o nome de seu filho mais ilustre), região da Zona da Mata mineira, passou a infância em Minas Gerais, cercado pelas obras de Júlio Verne - que lhe deu, literalmente, asas à imaginação - e pelas narrativas históricas dos primeiros vôos em balões. O sexto de 10 filhos de um rico empreiteiro e fazendeiro de café chamado Henrique Dumont, desde jovem desenvolveu o seu lado inventor a partir das muitas e modernas máquinas utilizadas nos trabalhos com os cafezais. Completando o estudo em bons colégios de São Paulo, quando a família já morava em Ribeirão Preto, e após formar-se na Universidade do Rio de Janeiro, o rapaz provinciano, de estatura baixa e corpo franzino, muda-se para Paris (França) em 1891, aos 18 anos, com o intuito de desenvolver seus principais projectos. Lá, estudou física, química, mecânica e eletricidade, e especializou-se em aeronáutica após sua primeira experiência com balões. Desde jovem, Santos Dumont tinha duas obsessões em mente: a primeira era voar; a segunda, alcançar a fama.
Em 1898 seu primeiro balão (o Balão Brasil), voou sobre os céus de Paris. Seu próximo passo foi construir um veículo voador que fosse dirigível. O inventor acoplou um pequeno motor a gasolina e voilà , seu invento funcionou. Na tentativa de aprimorar a sua máquina de voar, sofreu alguns acidentes, chegando a admitir que, em alguns deles, fora 'salvo por milagre.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Em que o reforço escolar ajuda

Com este blogger procuramos mostrar o que é um reforço escolar,
que trabalha em parceria com as escolas. O Geração Futuro com
seriedade e responsabilidade,mostra aos alunos que não devemos
estudar apenas na escola,pois reforçando o que estudou em sala de
aula, o mesmo terá eliminado dúvidas que ficaram,desenvolvendo
o conteúdo com mais clareza.
Devido ao activismo global,os pais em sua maioria,não tem tempo
para acompanhar o desempenho escolar de seus filhos.Então essa
união tem melhorado o rendimento dos alunos e cooperado com os
professores, as escolas agradecem e todos saem ganhando.

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