terça-feira, 26 de abril de 2011

Mais um destaque iuupiiiiiiiiiii

Agradeço minha amiga blogueira Sandra Veneziane do cantinho, Ao Toque do Amor, mais uma vez por me colocar em destaque,estou muito feliz,pois venho conquistando muitos destaques, mil beijinhos e todo meu carinho.Deus abençoe.

Esse Cantinho eu recomendo:


http://aotoquedoamor.blogspot.com/


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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Páscoa(04-2011)

A Páscoa significa a passagem da escravidão para a liberdade. É a maior festa do cristianismo e, naturalmente, de todos os cristãos, pois nela comemoramos a morte e a ressurreição de Jesus Cristo o nosso salvador. Lembramos do momento que Jesus Cristo passa da “morte para a vida”, das “trevas para a luz”. Mas tudo começou antes de Jesus. A primeira páscoa na verdade, aconteceu há muito tempo atrás quando o povo de Israel foram levados a força para o Egito. Lá passaram 400 anos sofrendo como escravos. Deus portanto, escolheu um homem chamado Moisés, que com grande coragem entrou no Egito e libertou todo o povo. A partir daí, todos aqueles que foram libertos fizeram uma grande festa para agradecer a Deus a libertação. Aquele povo havia passado da morte para vida, das trevas para luz. Mas foi muito difícil sair daquele lugar. O rei do Egito chamado Faraó não queria deixar o povo ir embora. Foi preciso que Deus castigasse 10 vezes a terra do Egito para que ele deixasse o povo partir. O último castigo foi o pior de todos. Deus mandou Moisés avisar ao Faraó que um anjo iria passar por cima das casas no Egito e todas as pessoas deveriam matar um cordeirinho e passar o sangue dele nas portas da casa. Quando o anjo passasse e visse o sangue não mataria o filho primogênito daquele lugar.
Porém o Faraó não acreditou no que Moisés havia falado, e não passou o sangue do cordeiro nas portas de sua casa e quando o anjo passou não viu o sangue nas portas da casa do Faraó e o filho primogênito dele morreu. Só então ele deixou o povo ir embora, libertando da escravidão todas aquelas pessoas que eram filhos e filhas de Deus.
Com muita alegria todos fizeram uma grande festa para comemorar a libertação. Por isso que a palavra Páscoa significa passar por cima, porque lembra a passagem do anjo de Deus por cima das casas na terra do Egito.
Depois de muito tempo, mais um cordeiro foi morto, e o nome dEle era Jesus. Ele morreu para nos libertar da escravidão do pecado. Por isso, todos aqueles que são lavados pelo sangue do cordeiro Jesus, que passam o sangue do cordeiro em suas vidas, são libertos da morte eterna.
Hoje muitos já podem comemorar a páscoa, porque o sangue de Jesus os libertou do mal. E quem é liberto por Jesus se torna filho de Deus, não podem mais sentir prazer em fazer as coisas erradas, porque agora são filhos de Deus. A páscoa é alegria de estar desfrutando de uma nova vida na companhia do cordeiro Jesus que morreu pra nos dar vida.

Então comemore com muita alegria, porque a Páscoa chegou!!!

Rev. Alexandre B. Lima
(Pastor da Igreja Presbiteriana Central de Mossoró)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Campanha de oração pelas famílias das crianças mortas em Realengo RJ.

Início da campanha 13-04-2011
Espero poder contar com todos em mais uma campanha de oração.Um trágico acontecimento na cidade de Realengo Rio de Janeiro,onde um rapaz matou e feriu crianças na escola Municipal Tasso da Silva, e sem ter o temor de Deus, realizou este violento massacre que abalou todo o país,eu tenho uma filha e me coloco no lugar de tantos pais que sofrem por não terem mais seus filhos(a), ou em vê sua criança em um hospital sem esperança de recuperação, esperando com fé um milagre de Deus.


Junte-se a nós nesta campanha. A todos que passam por este momento difícil,deixo uma mens. do Senhor. Disse-lhe Jesus:Eu sou a ressurreição e a vida;quem crê em mim,ainda que esteja morto,viverá;E todo aquele que vive,e crê em mim,nunca morrerá.Crês tu isto?

João 11:25-26


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Leiam também:I tessalonicenses 4:13 ao 18

Esta mens.edifica é maravilhosa quem passar por aqui não deixe de abrir sua biblia e ouvi o que Deus tem a dizer. Quem participa da campanha se compromete com o Senhor lembre disso. Image and video hosting by TinyPic


Como faremos: Todos os dias no horário de 6:00 da manhã,aqueles(as)que se comprometeram nesta campanha, eleva seus pensamentos ao SENHOR, e com fé, ora, pedindo consolo a todas as famílias das vítimas desta tragédia. Quem estiver envolvido nesta campanha tem que levar o selinho e anunciar em seu blogger,site,orkut,etc...O senhor ouvirá dos céus o nosso clamor,amémmm. PEGUE O SELINHO ABAIXO COPIE O CÓDIGO E COLE EM SEU CANTINHO, DEIXE SUA MENS.PARA QUE EU POSSA SABER QUE VC PASSOU POR AQUI.ABRAÇOS.

O témino desta campanha será dia:30-04-2011

Betânia Lima.




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ESTE PEDIDO DE ORAÇÃO ABAIXO NÃO TEM NADA HAVER COM AS CRIANÇAS DE REALENGO.



obs:Vamos incluir em nossas orações uma menina chamada:Priscila Fragoso Bueno.Não sabemos o que se passa com ela,mas Deus sabe,então entregamos nas mãos de Deus.Quem me fez este pedido foi: Joyce do blogger,Som da Paixão. Não esqueça.obg.


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sábado, 9 de abril de 2011

iupiiiiii, mais uma vez destaque!!

Agora sou destaque do mês de ABRIL no Cantinho do Aconchego,da minha amiga, Sônia Silva.Estou muito grata por está sendo reconhecida em outros blogs,isso me alegra, pois mostra que meu trabalho está sendo útil,espero ter vocês me visitando sempre.Beijos e obrigadaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.Deus abençoe.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Prêmio melhor blog por excelência IUPIIIIIIII

Estou mais uma vez muito agradecida por receber mais um prêmio, para mim é uma grande alegria,ser reconhecida por todos que me seguem e que passam por aqui,isso mostra que meu trabalho está sendo valorizado,pois tenho me empenhado bastante neste blogger,faço com capricho, detalhes e carinho, procurando sempre inovar.
Agradeço a minha querida amiga Joy dos blogger SOM DA PAIXÃO e SABOR DE MEL
pelo afeto e reconhecimento ofertado, espero sempre contar com a presença dela e de todos vocês a prestigiar meu trabalho, Deus abençoe a todos.




O amigo ama em todo o tempo; e para a angústia nasce o irmão.
Provérbios 17:17




quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O dia do fico (09-01) Veja a História deste dia.

Dom Pedro I do Brasil e IV de Portugal

O Dia do Fico deu-se em 9 de janeiro de 1822 quando o então príncipe regente D. Pedro de Alcântara foi contra as ordens das Cortes Portuguesas que exigiam sua volta a Lisboa, ficando no Brasil.

Por volta de 1821, quando as Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa mostraram a idéia de transformar o Brasil de novo numa colônia, os liberais radicais se uniram ao Partido Brasileiro tentando manter a autoridade do Brasil. As Cortes mandaram uma nova decisão enviada para o príncipe regente D. Pedro de Alcântara. Uma das exigências era seu retorno imediato a Portugal.

Os liberais radicais, em resposta, organizaram uma movimentação para reunir assinaturas a favor da permanência do príncipe. Assim, eles pressionariam D. Pedro a ficar, juntando 8 mil assinaturas. Foi então que, contrariando as ordens emanadas por Portugal para seu retorno à Europa, declarou para o público: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto! Digam ao povo que fico".

A partir daí, D. Pedro entrou em conflito direto com os interesses portugueses, para romper o vínculo que existia entre Portugal e o Brasil.

Este episódio prenunciou a declaração de independência do Brasil que viria a ser proclamada em 7 de setembro de 1822.


segunda-feira, 6 de setembro de 2010

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL 7 DE SETEMBRO



A separação política entre a colônia do Brasil e a metrópole portuguesa foi declarada oficialmente no dia 7 de setembro de 1822.

O processo de independência começa com o agravamento da crise do sistema colonial e se estende até a adoção da primeira Constituição brasileira, em 1824.

Cresce a condenação internacional ao absolutismo monárquico e ao colonialismo. Aumentam as pressões externas e internas contra o monopólio comercial português e o excesso de impostos numa época de livre-mercado e circulação de mercadorias.

A instalação da Corte portuguesa no Brasil, em 1808, contribui para a separação definitiva das duas nações. A abertura dos portos, a elevação da colônia à situação de reino e a criação do Reino Unido de Portugal, e Algarve praticamente cortam os vínculos coloniais e preparam a independência. Com a Revolução do Porto, em 1820, a burguesia portuguesa tenta fazer o Brasil retornar à situação de colônia.

A partir de 1821, as Cortes Constituintes - o Parlamento lusitano - tomam decisões contrárias aos interesses brasileiros, como a transferência de importantes órgãos administrativos para Lisboa. Também obrigam Dom João VI a jurar lealdade à Constituição por elas elaborada e a retornar imediatamente a Portugal.

O rei português volta, mas deixa no Brasil o filho Dom Pedro como Regente, para conduzir a separação política, caso fosse inevitável. Pressionado pelas Cortes Constituintes, Dom João VI chama Dom Pedro à Lisboa. Mas o príncipe regente resiste às pressões, que considera uma tentativa de esvaziar o poder da monarquia. Forma-se em torno dele um grupo de políticos brasileiros que defende a manutenção do status do Brasil no Reino Unido.

Em 29 de dezembro de 1821, Dom Pedro recebe um abaixo-assinado pedindo que não deixe o Brasil. Sua decisão de ficar é anunciada no dia 9 de janeiro do ano seguinte, num gesto enfático. O episódio passa à História como o Dia do Fico.

Entre os políticos que cercam o Regente estão os irmãos Antonio Carlos e José Bonifácio de Andrada e Silva, e o Visconde de Cairu, José da Silva Lisboa. Principal ministro e conselheiro de Dom Pedro, José Bonifácio luta, num primeiro momento, pela manutenção dos vínculos com a antiga metrópole, resguardando o mínimo de autonomia brasileira.

Convencido de que a separação é irreversível, aceita a independência desde que a monarquia continue. Para ele, o regime monárquico é o único capaz de neutralizar a intervenção portuguesa nas províncias e preservar a unidade político-territorial do país. Fora da Corte, outros líderes liberais, como Joaquim Gonçalves Ledo e Januário da Cunha Barbosa, atuam nos jornais e nas lojas maçônicas. Fazem pesadas críticas ao colonialismo português e defendem total separação da metrópole.

Em 3 de junho de 1822, Dom Pedro recusa fidelidade à Constituição portuguesa e convoca a primeira Assembléia Constituinte brasileira. Em 1º de agosto, baixa um decreto considerado inimigas tropas portuguesas que desembarquem no país. Cinco dias depois, assina o Manifesto às Nações Amigas, redigido por José Bonifácio. Nele, Dom Pedro justifica o rompimento com as Cortes Constituintes de Lisboa e assegura "a independência do Brasil, mas como reino irmão de Portugal".

Em protesto, os portugueses anulam a convocação da Assembléia Constituinte brasileira, ameaçam com o envio de tropas e exigem o retorno imediato do príncipe regente.

No dia 7 de setembro de 1822, numa viagem a São Paulo, Dom Pedro recebe as exigências das Cortes. Irritado, reage proclamando a Independência do Brasil. Em 12 de outubro de 1822, é aclamado imperador pelos pares do Reino e coroado pelo bispo do Rio de Janeiro em 1º de dezembro, recebendo o título de Dom Pedro I.

No início de 1823, realizam-se eleições para a Assembléia Constituinte da primeira Constituição do Império Brasileiro. A Assembléia é fechada em novembro por divergências com Dom Pedro I. Elaborada pelo Conselho de Estado, a Constituição é outorgada pelo imperador a 25 de março de 1824.

Com a Constituição em vigor e vencidas as últimas resistências portuguesas nas províncias, o processo da separação entre colônia e metrópole está concluído. Contra o liberalismo de setores das elites brasileiras, triunfa o espírito conservador e centralizador de José Bonifácio.

"Independência sem revolução" era a expressão usada na época para definir o pensamento do principal conselheiro de Dom Pedro I. Ele pregava a independência sem mudança de regime, ou seja, sem a proclamação da república, e sem nenhuma mudança social importante, como a extinção da escravidão.

Nome completo do Imperador Dom Pedro I (1798 - 1834): Pedro de Alcântara Francisco Antônio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon.

Sua frase histórica: "Viva a independência e a separação do Brasil. Pelo meu sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro promover a liberdade do Brasil. Independência ou Morte!". Em 7 de setembro de 1822, às 16:30hs.

Em 1972, na comemoração do sesquincentenário da Independência, os restos mortais de Dom Pedro I voltaram ao Brasil. Encontram-se no museu do Ipiranga.



Hino da Independência - O Hino da Independência é de autoria de D. Pedro I de Orleans e Bragança, que compôs sua música sobre a poesia de Evaristo Ferreira da Veiga.
Há quem questione a sua autoria, mas esta é a versão oficial da história.

HINO DA INDEPENDÊNCIA
Música: D. Pedro I
Letra: Evaristo da Veiga

Já podeis da Pátria filhos
Ver contente a mãe gentil
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Já raiou a liberdade
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Brava gente, brasileira
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil!
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil.
Houve mão mais poderosa
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil
Brava gente, brasileira
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Não temais ímpias falanges
Que apresentam face hostil
Vossos peitos, vossos braços,
São muralhas do Brasil
Vossos peitos, vossos braços,
Vossos peitos, vossos braços,
São muralhas do Brasil
Brava gente, brasileira
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Parabéns, ó Brasileiros!
Já com garbo juvenil
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil
Brava gente, brasileira
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil!


Considerações historiográficas

A data comemorada oficialmente é 7 de setembro de 1822, uma vez que nesse dia, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, o Príncipe Regente D. Pedro, ao receber a correspondência da Corte, teria proclamado o chamado "grito da Independência", à frente da sua escolta: "Independência ou Morte!"

Outras datas consideradas historiograficamente para a Independência, embora menos populares são a data da coroação do Imperador (1 de dezembro de 1822) ou mesmo a do reconhecimento da Independência por Portugal e pela Grã-Bretanha (29 de agosto de 1825).

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